14/12/2010

Ô dedo podre

Desde a maldita época da acne, a “aborrescência” (e isso já há bastante tempo) tenho problemas de relacionamento. Isso por causa de um dos meus defeitos mais evidentes: a tramela da língua é solta. Sempre me pergunto: Freude, porque me abandonaste se sabias que eu não era sã, se sabias que eu era fraca! Porque a merda do meu “Superego” veio com defeito de fabricação? Às vezes, depois de uma crise de verborragia sinto uma sensação de leveza, de prazer, outras vezes sinto culpa, mas isso não me impede de fazer de novo e de novo. Mas deixando o mi, mi, mi, de lado e voltando a minha “dificuldade”, tive uma dessas crises recentemente. Sabe aquela vontade que a gente tem de fazer quem a gente ama nos amar também? Pois é.  Não sei lidar com o sentimento de rejeição, talvez eu deva dizer rejeição parcial, mas ainda assim rejeição, e não é fácil. Tenho uma tendência a desejar o impossível e sofrer com isso (será masoquismo?).
After Murphy, my best friend is Bozo.

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